Concurso da Prefeitura de Porto Velho (RO) poderá ser realizado pela Funcab


  

De acordo com as informações concedidas pela Prefeitura de Porto Velho, cidade localizada em Rondônia, está muito próximo de acontecer o novo concurso deste ente municipal.

Na última quinta-feira, 11 de dezembro, a Prefeitura do Município informou que está negociando com a Fundação Carlos Augusto Bitencourt, a Funcab, a responsabilidade pelo novo certame. O processo de seleção será realizado com o intuito de contratar servidores permanentes para os cargos que atualmente estão sendo ocupados por profissionais temporários. Esta mudança de funcionários obedece a Lei de Responsabilidade Fiscal. O concurso além de oferecer vagas para preenchimento imediato, oferecerá oportunidades para formação de cadastro reserva para lotar novas vagas que forem surgindo. 

Conforme as informações disponibilizadas por Mário Medeiros, o atual secretário municipal de administração, houve a necessidade de contratar servidores temporários devido às demandas da Prefeitura. A realização do processo seletivo da Prefeitura do Município de Porto Belo deverá ser realizado no mês de janeiro de 2015. Ainda segundo Medeiros, as contratações serão feitas gradativamente conforme a folga do orçamento da Prefeitura, principalmente para não prejudicar a folha de pagamento. Outra informação concedida por Medeiros diz respeito à realização de uma comissão de profissionais técnicos da Semad com o objetivo de acompanhar todas as etapas do certame, priorizando a transparência. 

O último concurso da Prefeitura de Porto Velho foi realizado em 2011, como todos os classificados já tinham sido chamados, a Prefeitura não teve outra opção e precisou chamar trabalhadores para ocupar as vagas em caráter temporário. Agora, o órgão do Município vê-se obrigado a realizar outro concurso e assim regulamentar a sua situação perante a lei. 




Esse problema ocorrido com a Prefeitura de Porto Velho não é isolado, infelizmente, muitas Prefeituras no Brasil inteiro passam por esse tipo de situação, já que na maior parte das vezes o governo permite a abertura de um determinado número de vagas. Essas deficiências serão posteriormente sentidas pelos contribuintes, que acabam desperdiçando tempo esperando longas horas nas filas. Há crise também dentro das Prefeituras porque os funcionários devem atender uma grande demanda para o seu limite de capacidade.  

Por Melina Mariel Menezes Pereda


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